WikiBit 2026-07-16 18:17Evento principal acontece nos dias 12 e 13 de agosto reunirá programação sobre regulação, tokenização, stablecoins, pagamentos globais, empreendedorismo e integração entre academia e indústria
O Blockchain.RIO 2026 anunciou nesta semana que terá 13 trilhas de conteúdo em seu evento principal, que será realizado nos dias 12 e 13 de agosto, no ExpoRio, no Rio de Janeiro.
Em sua 5ª edição, o encontro consolida uma programação desenhada para discutir, com profundidade técnica e institucional, os temas que estão redefinindo as finanças digitais na América Latina: tokenização, stablecoins, pagamentos globais, regulação, infraestrutura bancária, ativos digitais institucionais, inteligência artificial, código aberto, empreendedorismo e novas conexões entre academia e indústria.
A agenda integra a Blockchain Rio Week, que será realizada de 11 a 13 de agosto, com diferentes camadas de relacionamento institucional, conteúdo executivo e ativação de mercado. Além do evento principal, a semana contempla o Financial Infrastructure Forum - LATAM, no Museu do Amanhã, e o Blockchain Leaders, encontro privado voltado a executivos, investidores, formuladores de política pública e lideranças estratégicas do ecossistema.
“A curadoria deste ano foi pensada para refletir a maturidade do ecossistema. Queremos que o Blockchain.RIO seja o espaço onde o mercado não apenas acompanha tendências, mas ajuda a definir os temas que vão orientar o futuro das finanças digitais na região.”, afirma Francisco Carvalho, Founder e CEO do Blockchain.RIO. Trilhas do evento
Entre os destaques institucionais, a trilha Global Finance, em parceria com a Associação Brasileira de Câmbio (ABRACAM), examina a transformação dos fluxos financeiros globais, incluindo transações internacionais, pagamentos digitais e o papel das stablecoins na evolução dos trilhos financeiros.
No campo regulatório, a Regulation Rocks, liderada pela Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (FENASBAC), abordará sandboxes regulatórios e os caminhos para um sistema financeiro mais moderno, seguro e inclusivo. Já a trilha CRIA, ligada ao Centro de Regulação e Inovação Aplicada da CVM, aprofunda o diálogo entre reguladores, mercado e inovação aplicada.
A infraestrutura financeira digital também ganha centralidade com a StableCon Brazil, dedicada ao avanço das stablecoins, à liquidação financeira, à adoção institucional e ao futuro do dinheiro on-chain. As trilhas Blockchain Insights, Crypto Summit e Criptorama, evento anual da ABCripto que será realizado em palco exclusivo nesta edição do Blockchain.RIO, complementam essa frente com debates sobre blockchain, tokenização, DeFi, criptomoedas, novos projetos e tendências que estão moldando o próximo ciclo da cripto economia.
A programação também amplia o diálogo com as novas fronteiras tecnológicas. A trilha Trends mapeia inovações emergentes e novos modelos de negócio; a AI Frontiers, curada pelo Cultura Builder, debate inteligência artificial, automação e agentes inteligentes; e a LFDT, Linux Foundation Decentralized Trust, uma blockchain corporativa usada por empresas e governos , destaca o papel do código aberto no desenvolvimento colaborativo para impulsionar uma internet mais segura, transparente e descentralizada.
Com perspectiva regional, o Fórum Latam conecta lideranças do Brasil e de países latino-americanos para debater a evolução das finanças digitais na região. Já a trilha SEBRAE aproxima o tema de pequenos negócios e empreendedores, traduzindo a agenda de blockchain e finanças digitais para aplicações práticas no ambiente empresarial.
Programação
A novidade da edição é o Fórum Blockchain Academia x Indústria dedicado à apresentação de pesquisas em blockchain desenvolvidas por pesquisadores e grupos acadêmicos. A proposta é criar um espaço de aproximação entre conhecimento científico, desenvolvimento tecnológico e demandas reais da indústria.
“As 13 trilhas do Blockchain.RIO 2026 mostram que a blockchain deixou de ser uma discussão isolada de tecnologia e passou a ocupar uma agenda central de infraestrutura financeira, regulação, inovação e competitividade. O Brasil tem condições de liderar essa conversa na América Latina, conectando reguladores, instituições financeiras, empresas, desenvolvedores, pesquisadores e empreendedores em torno de uma questão essencial: como a próxima geração dos mercados, dos pagamentos e dos ativos digitais será construída.”
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